8 de julho de 2009

Mais uma vez como tantas outras.. eu tive uma ideia de escrever aqui.. e esqueci oq era..

vamos começar com um AII MINHA COSTELA!

bom, vejamos.. eu gostava de Michael Jackson.
ih agora eu lembrei.. relatorio de mecanica

Série Tantra....23

A chave de tudo


A energia sexual é a grande chave para facilitar o desenvolvimento de chakras, o despertamento da kundaliní e a conquista do samádhi, meta do Yôga. Por isso, é conveniente adestrar-se nas artes tântricas que aumentam a sensibilidade e aperfeiçoam o relacionamento com seu parceiro.

As técnicas do Tantra melhoram o rendimento da sexualidade não apenas visando ao prazer, mas, também, à canalização da energia para a produtividade no trabalho, nos estudos, nos esportes, na arte e, principalmente no desenvolvimento interior.

O contato sexual tântrico não deve ser realizado com pressa. Se não há tempo, deixe para uma ocasião mais apropriada. Não tenha por objetivo o orgasmo e sim o prolongamento do prazer por algumas horas.

Finalmente, uma recomendação de conotação contemporânea: hoje é de profundo mau-gosto e falta de educação, ter relações sexuais sem preservativo. Usando-o, além de estar preservando a saúde do parceiro e a sua própria, estará garantindo que uma gravidez só ocorrerá voluntariamente e isso poupará ao casal o karma de um aborto motivado pela irresponsabilidade de ambos.

Além de evitar a gravidez, o preservativo previne contra a transmissão de herpes, gonorréia, sífilis, cândida, pólipos, e um sem número de outras inconveniências genito-urinárias.

Uma conclusão para chocar: quem não usa cinto de segurança no seu carro tem um milhão por cento a mais de probabilidades de contrair AIDS. É que quem não usa cinto de segurança também não usa camisinha. Acha que as coisas só acontecem com os outros...

Hoje faz parte das boas maneiras usar preservativo sempre.
eu não aguento mais ler e escrever sobre o tantra.. sexta feira isso acaba..

se alguem quiser saber, eu me mechuquei.. ÊÊÊ.. nada de mais.. mas dói pacas:D

6 de julho de 2009

Série Tantra....22

Samádhi

Samádhi é o estado de hiperconsciência, de megalucidez, que proporciona o autoconhecimento, bem como o conhecimento do Universo.

Os praticantes de outros tipos de Yôga, consideram o samádhi algo inatingível, digno apenas dos grandes Mestres. Algo que simples mortais não devem nem almejar sob pena de ser considerados pretensiosos. E quem o atinge, deve negá-lo publicamente para evitar o escárnio dos demais yôgis! Quanta estupidez! Quanta distorção!

O sabíja samádhi, ou samádhi com semente, é um estado de consciência que pode ser traduzido como pré-iluminação e está ao alcance de qualquer praticante saudável e disciplinado, que tenha passado por todos os estágios anteriores e permanecido em cada um deles o tempo prescrito pelo seu Mestre. Não há perigo nem misticismo algum. É apenas um estado de consciência.

O nirbíja samádhi é o estágio final, em que o praticante atinge a meta do Yôga, o coroamento da evolução do ser humano. Não há como descrevê-lo. Conta-se que, quando os discípulos do iluminado Rámakrishna pediam-lhe para explicar o que era o samádhi, o Mestre simplesmente entrava em samádhi.

Aceite-se, apenas, que o fenômeno é um estado de consciência que está muitas dimensões acima da mente e, por isso, é impossível compreendê-lo com o auxílio dos mecanismos mentais, lógica ou cultura. Essas ferramentas só serão úteis depois que o fenômeno tiver sido experienciado, para conceituá-lo. Isto basta por ora.

3 de julho de 2009

Série Tantra....21

Kundaliní

Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino e deve ser sempre acentuado e pronunciado com acentuação longa no í final. Significa serpentina, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é a de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládhára chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o hinduísmo a considera uma deusa, a Mãe Divina, a Shaktí Universal.

De fato tudo depende dela conforme o seu grau de atividade - a tendência do homem à verticalidade, a saúde do corpo, os poderes paranormais, a iluminação interior que o arrebata da sua condição de mamífero humano e o catapulta numa só vida à meta da evolução sem esperar pelo fatalismo de outras eventuais existências.

Segundo Shivánanda "nenhum samádhi é possível sem kundaliní". Isso é o mesmo que declarar que os instrutores de yóga e de Yôga que forem contra o despertamento da kundaliní, não sabem de que estão falando, não sabem o que é o Yôga e, nem eles, nem seus discípulos, vão atingir a meta do Yôga.

A energia da kundaliní responde muito facilmente aos estímulos. Despertá-la é fácil. Um exercício respiratório que aumente a taxa de comburente é suficiente para inflamar o seu poder. Um bíja mantra corretamente vocalizado, é capaz de movimentá-la. Um ásana que trabalhe a base da coluna posiciona-a para a subida pela medula. Uma prática de maithuna pode deflagrá-la. Basta combinar os exercícios certos e praticá-los com regularidade.

Despertar a kundaliní não é difícil. Portanto, não mexa com ela enquanto não tiver um Mestre. E quando o encontrar, não a atice enquanto não obtiver a autorização do seu Mestre.

Difícil é conduzí-la com disciplina, ética e maturidade. Freud e Reich tentaram domá-la para fins terapêuticos. Freud a chamou de libido. Reich denominou-a orgônio. Como nenhum dos dois possuía a Iniciação de um Mestre nesses mistérios, ambos fracassaram e deixaram à posteridade uma herança meramente acadêmica de teorias sobre o assunto, sem grandes resultados práticos.

O Yôga tântrico vai fundo nesse trabalho, levantando a kundaliní da base da coluna até o alto da cabeça, através dos chakras, ativando-os poderosamente, despertando os siddhis e eclodindo o samádhi.