
Capa da autobiografia de Jaques Chulam - foto: Reprodução
Numa prisão, em Lisboa, Jaques Chulam começou a ser ex-drogado e ex-traficante.
Jaques Chulam tinha 30 anos quando foi preso em Lisboa. Praticamente, abandonara a mulher, a filha, a mãe, o pai.
Já tinha traficado em São Paulo, vendido droga no Havaí, escapado do
FBI em Los Angeles, na Califórnia. Chegou a forjar um seqüestro do pai.
No momento em que f oi preso, pretendia vender cocaína na Holanda.
Para
sorte de Jaques Chulam, ele foi preso em Lisboa. A polícia portuguesa
interrompeu quinze anos de um consumo de drogas que começou com
inocentes “tapinhas” de maconha e culminou com consumo intenso de
cocaína, tráfico internacional e prisão. Certamente, se ele tivesse sido
preso no Oriente, no Brasil ou nos Estados Unidos, teria sido muito
diferente.
Em Portugal, ele não teve apenas uma
interrupção na sua marginalidade. Em Lisboa, na prisão, começou a
grande mudança na vida de Jaques Chulam, que, desde pequeno queria ser
surfista. Em Lisboa, como presidiário, ele começou a ser ex-drogado e
ex-traficante.
Aquele indivíduo irresponsável,
egocêntrico e cheio de soberba, dentro do Estabelecimento Prisional de
Lisboa, se transformou em um pai exemplar e voltou ao convívio de sua
família e da sociedade.
Como isso aconteceu?
Neste
livro, ele conta sua história. Uma incrível aventura. Um relato
emocionante que mostra como é possível alguém que está no fundo escuro
do poço encontrar uma luz e voltar à vida. A vida de Jaques Chulam
merece ser conhecida.
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dá um pitaco ae. e depois eu prometo q te mando ir à merda