25 de maio de 2009

Mega

Mega ocupado..
fazendo coisas q eu não preciso fazer agora, mas isso é falta de programação.

prepare aul pra dia 30/05 e 06/06, sendo q nem sei se sou eu quem vai dar essas aulas.
as aulas tão prontas no data show.. falta uma lista de exercicios de mais ou menos 55 questões.

e isso tudo porque eu tenho prova essa semana..
os posts aqui só estão rolando porque a muito tempo atras eu já os tinha escrito.. e programei as suas postagens..

fazendo um resumo de todas a coisas:
tem umas alunas q estão me dando mole, tem uma q se declarou pra mim..
e num quero saber delas.. eu quero a Rafi.. mas claro que sou humano.e como não estou coma rafi, num vejo problemas em ficar com outras meninas..
se bem q eu sou meio contra professor ficar com aluna.. meio contra..


esse papao de ser professor faz bem pra minha estima.. é uma sensação otima quando percebo q as pessoas estão entendendo oq eu tento passar.. Vou falar com o Calixto!!

23 de maio de 2009

série Em teoria... 21

O MISTÉRIO DA ATRAÇÃO

O que faz você se sentir atraído por alguém? Como é que funciona isto? Alguém que você acha bonito, para outros não fede nem cheira.

Todos nós temos uma intuição mais ou menos desenvolvida. E esta intuição nada mais é do que a captação sutil de quem é a pessoa através dos seus gestos, da sua roupa, do seu jeito de se deslocar, de falar e no caso da Internet, de escrever.

Você bate o olho e lhe abre o apetite. Você tem vontade de se aproximar, de chegar mais perto, de conversar e muitas vezes, de transar.

E se você começa a conversar e entender melhor quem é a pessoa pode observar que ela tem uma história e um jeito que lhe atrai muito. O que foi intuitivo no começo vai se tornando uma constatação.

Às vezes a pessoa lembra alguém da sua infância, da sua família, da sua vizinhança. Vamos atrás do que é familiar. E isso pode ser bom ou ruim. Pode ser que você se sinta atraído por pessoas que lhe dão muita mão de obra. Aí vale a pena você observar os padrões de relacionamento aos quais você está acostumado. A partir dessa consciência você pode deslocar a sua atenção para outro tipo de pessoa, que talvez lhe proporcione mais prazer e menos complicação.

É possível você mudar o tipo de pessoa pelo qual você se sente atraído.

22 de maio de 2009

Série Tantra....3

O mecanismo biológico do Tantra

Os antigos haviam descoberto que, para a natureza, o indivíduo é fator descartável, porém, a espécie não. Esta deve ser preservada a qualquer custo. A natureza é capaz de eliminar sumariamente milhões de indivíduos se isso for útil à espécie. As sociedades de insetos nos fornecem bons exemplos disso, quando milhões de formigas ou de abelhas se sacrificam voluntariamente pelo bem do formigueiro ou da colméia. Na verdade, o ser humano não está muito distante desse comportamento. Basta lembrar nossa história de guerras tribais, depois entre nações e agora, envolvendo praticamente todo o planeta.

Que utilidade há em sabermos que a natureza descarta o espécimen, mas luta para preservar as espécies? Sob a ótica da lei natural, quando um indivíduo se reproduz, já cumpriu sua obrigação perante a espécie. E logo depois seu organismo passará a um processo mais acelerado de decadência em direção à morte. Entretanto, se ele praticar o maithuna, segregando hormônios sexuais em abundância e depois retiver o orgasmo, criará artificialmente um estado de permanente disponibilidade para a reprodução. Como a natureza preserva um reprodutor por ser muito útil à espécie, esse indivíduo será protegido contra doenças, envelhecimento e até acidentes, pois mantém-se com mais reflexos e mais inclinação a Eros que a Tânatos. Esses dois impulsos, o de vida e o de morte, estão em constante oposição nos seres humanos.

Quando o impulso de Eros é mais atuante, a pessoa manifesta melhor disposição para a vida e maior vitalidade. Logo, desfruta de mais saúde, menos enfermidades e depressão. Por isso, também apresenta menor propensão a acidentes. Muitas vezes, esses não passam de tentativas inconscientes de suicídio.

De fato, em todo o reino animal, quando os indivíduos estão aptos à reprodução, quando estão bem abastecidos de hormônios sexuais, tornam-se exuberantes e muito mais fortes. Isso também poderia explicar porque a prática de maithuna tem efeito semelhante sobre os seus praticantes. Por outro lado, não será demais lembrar que a pura e simples abstinência sexual não tem o efeito mencionado, já que a natureza tende a desativar as funções que não são utilizadas. Dessa forma, em pouco tempo as gônadas deixam de segregar os preciosos hormônios e o exemplar em questão perde a vitalidade - com ela o brilho e a exuberância. O mecanismo biológico do Tantra baseia-se em manter altos os níveis de hormônios sexuais através da técnica de produzir excitação e conter o orgasmo. Não deixando a energia se esvair, o organismo mantém uma disposição constante para o ato sexual, pressuposto da reprodução, por isso a natureza o protege e preserva.

Para terminar, convém informar que Yôga e Tantra não são a mesma coisa. São coisas diferentes. Mas o Yôga original, logo mais autêntico, era comportamentalmente tântrico, já que o brahmacharya só seria introduzido milênios mais tarde. Então, este último não tem autenticidade em termos de origens e de coerência com o Yôga. Por essa razão, todos os nossos alunos gostaram muito mais quando comecei a ensinar as mesmas técnicas que ensinava antes, só que agora com o colorido de uma influência mais coerente, mais legítima, mais original.

Ainda assim, para me desintoxicar de toda a lavagem cerebral a que havia sido submetido anteriormente, levou tempo. Mesmo estando atento para retirar toda a tendência espiritualista e repressora, levei mais de dez anos até conseguir chegar a um bom termo. E isso só ocorreu quando comecei a entender as raízes Sámkhyas do Yôga pré-clássico.

21 de maio de 2009

série Em teoria... 20

BOA APARÊNCIA

Cada pessoa se sente atraída por algum detalhe diferente no outro. Para uma mulher pode ser fundamental que o homem seja inteligente. Para outra, ele tem que ser gentil. Sem contar aquelas que gostam do cara que lhes faça de gato e sapato. Mas no geral, quando você está paquerando, a aparência é importante. Não dá para a gente negar isto.

Conheço uma mulher que fica atenta aos sapatos do homem que está paquerando. Para ela os sapatos lhe dizem muita coisa. Você pode encontrar uma pessoa que se produz toda num final de semana para ir à luta, atrás do seu amor. Mas se ela não se sente bem consigo mesma e no fundo não confia no seu taco, de nada vai adiantar tanta produção.

Mas o inverso também vale: você pode ser uma pessoa bem interessante, mas pode estar pecando por se apresentar de uma forma inconveniente. Isto pode parecer muito básico para alguns, mas tem muita gente que subestima este item e acaba por prejudicar-se na paquera.

A higiene do corpo e da boca são fundamentais. A roupa diz muito da sua personalidade. Você pode estar fazendo uma linha muito séria, ou jovial. Você pode estar usando cores específicas que irão informar aos outros o seu estado de espírito. Os cabelos são uma moldura para o seu rosto e um bom corte sempre ajuda muito.

Mas no fundo, no fundo, o trabalho constante para se transformar numa pessoa livre e feliz é que vai fazer a diferença. Sentindo-se muito bem por dentro, isso irá se refletir na sua aparência externa.

20 de maio de 2009

Série Tantra....2

A história do Tantra


A linha brahmacharya é patriarcal, anti-sensorial e repressora. Portanto, diametralmente contrária à linha tântrica, que é matriarcal, sensorial e desrepressora.

De onde surgiram essas características? A maior parte das sociedades primitivas não-guerreiras as tinham. Toda sociedade na qual a cultura não era centrada na guerra, valorizava a mulher e até mesmo a divinizava, pois ela era capaz de um milagre que o homem não compreendia nem conseguia reproduzir: ela dava a vida a outros seres humanos. Gerava o próprio homem. Alimentava-o com o seu seio. Por isso era adorada como encarnação da divindade mesma. E mais: através das práticas tântricas, era a mulher que despertava o poder interno do homem por meio do sexo sacralizado. Ainda hoje ela é reverenciada assim na linha tântrica.

Daí, a qualidade matriarcal. Dela desdobram-se as outras duas características. A mãe dá à luz pelo seu ventre - isso é sensorial. Alimenta o filho com o seu seio - isso é sensorial também. Não poderia ser contra a valorização do corpo, não poderia ser anti-sensorial como os brahmacharyas. A mãe é sempre mais carinhosa e liberal do que o pai, até mesmo pelo fato de o filhote ter nascido do corpo dela e não do dele. E também porque é da natureza do macho ser mais agressivo e menos sensível. Pode ser que tal comportamento tenha muita influência cultural, mas é reforçado, sem dúvida, por componentes biológicos.

Por tudo isso e ainda como conseqüência da sensorialidade, desdobra-se a qualidade desrepressora do Tantra.

Assim era o povo drávida, que vivia antigamente no território hoje ocupado pela Índia. Assim era o Tantra que nasceu desse povo e assim era o Yôga que existia naquela época: um Yôga tântrico.

Mas um dia a Índia começou a ser invadida por hordas de sub-bárbaros guerreiros, os áryas ou arianos.

Ao guerreiro não podem importar o envolvimento mais profundo com a mulher nem a conseqüente família e o afeto. Seria até incoerente. Ele não pode ter laços que o amoleçam ou se sentirá acovardado diante da expectativa da luta e da morte sempre iminente. Então, ele torna-se contra a influência da mulher que frenaria sua liberdade e seu impulso belicoso. É contra os prazeres que o tornariam acomodado. É contra a sensorialidade, pois também não pode se permitir sensibilidade à dor perante o combate ou a tortura. Por isso tudo, ele é anti-sensorial, contra a mulher e contra o prazer. Por conseqüência, torna-se repressor, pois começa a proibir o sexo, a convivência com a mulher e os prazeres em geral. Depois expande essa restrição, tornando-a uma maneira de ser, uma filosofia comportamental.

Quando os arianos ocuparam a Índia, há 3.500 anos, escravizaram os drávidas e impuseram-lhes a cultura brahmacharya (patriarcal, anti-sensorial e repressora), proibindo-lhes, portanto, exercer a cultura tântrica (matriarcal, sensorial e desrepressora) por ser oposta ao regime vigente. Quem praticasse o Tantra e reverenciasse a Mulher, ou divindades femininas, seria acusado de subversão e traição. Como tal, seria perseguido, preso e torturado até à morte.

Dessa forma, com a sua proibição por razões culturais, raciais e políticas, o Tantra se tornou uma tradição secreta. Continua assim até hoje, pois continuamos vivendo num mundo marcantemente brahmacharya, não apenas na Índia, mas na maior parte das nações.

Mencionamos razões raciais porque, ao invadir a Índia, os arianos eram louros (como ainda o eram os arianos que Hitler liderou em sua campanha de conquistas militares, em pleno século XX - por isso seu símbolo era a cruz swástika, antigo símbolo hindu), enquanto os drávidas tinham pele escura e cabelos pretos.